sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

The Secret - Capítulo 23


Pois, imaginem tá lá dormindo e acaba sonhando com a pessoa e quando abre os olhos vê que a pessoa está ali do seu lado, realmente é assustador...

Com o grito, ele fez uma careta colocando a mão nos ouvidos, mas continuou parado no mesmo lugar me encarando.

Somente quando me recuperei do susto, eu raciocinei, digeri aquilo, e decidi saber o motivo dele estar ali.

- O que você está fazendo aqui? – Perguntei ainda meio assustada.
- Você está doente, não? – Ele perguntou, e eu concordei com a cabeça. – Então, eu vim te visitar, e seu pai foi trabalhar e pediu pra eu cuidar de você... – Ele falou, dando um sorriso bem malicioso, meus olhos se arregalaram e ele ficou me olhando com um olhar estranho, e bem no momento eu só pude ter certeza de uma coisa, ele só podia ser um psicopata!

Eu me senti naquele momento num filme de terror...

E eu só pude fazer uma única coisa: GRITAR!
Depois do meu grito, eu pisquei os olhos varias vezes, sim achei que eu poderia estar sonhando, eu disse sonhando? NÃO! Eu achei que estava tendo um PESADELO! Afinal tudo que se trata dele para mim só pode ser um pesadelo [/fato]

Mas não, pisquei varias vezes os olhos e aquela praga continuava ali, infelizmente aquilo não era pesadelo, e sim minha triste realidade...

DROGA! Ele estava ali me olhando com aquela cara irônica de sempre... MONSTRO!

Eu levantei da cama, ficando em pé sobre ela, e o encarei.

- Você só pode estar mentindo! Que você fez com meu pai? Você o matou né, e agora você está aqui pra me estuprar, só pode ser isso... – Eu disse já pronta pra dá um soco nele, quem sabe assim desentorta o nariz ridículo dele.

Ele riu da minha cara como sempre e depois cruzou os braços, negando algo com a cabeça.

- Sabe megzinha eu acho sua mente muito poluída, depois sou eu que só penso em sexo, ou será que seu desejo secreto é ser estuprada por mim? – Ele perguntou, me fazendo abrir a boca ofendida.

Aquilo era um ABSURDO!
- Em primeiro lugar: Você não é tudo isso não ok, seu idiota, metido a besta, e em segundo lugar: Eu nunca iria querer ser tocada por um animal feito você! – E naquele momento eu não consegui achar mais nenhum xingamento bom pra xingá-lo, então decidi sair de cima da cama, e logo em seguida eu corri até a porta do quarto a abrindo. 

– PAAAAAI! – Comecei a berrar no corredor, pelo que conheço meu pai ele nunca me deixaria sozinha com esse idiota, tenho certeza! – PAAAAAAI! – Berrei o mais alto que pode, mas logo fui interrompida por um puxão, é  Justin puxou meu braço, eu virei e o encarei com raiva.
 – ME SOLTAAA! – Gritei, puxando meu braço da mão dele.

- Você por acaso é surda? Seu pai foi trabalhar... – Ele falou, calmamente, e a calma dele me irritou mais ainda.
-MAAAAAAAAAAE –gritei- MAAAAAAAAAAAE
- A sua mae também - bufou
- Eu já disse, meu pai nunca me deixaria aqui com você! – Eu falei, no tom mais controlado o possível, mas estava difícil, muito difícil.

- Por que ele não deixaria? – Ele perguntou dando um sorriso estranho. – É normal o namorado cuidar da namorada, não acha?

Eu arregalei os olhos, olhando pra ele, completamente incrédula.

- O QUE! – Eu falei, ficando boquiaberta. – Nós não somos namorados!

Ele riu.

- Não é o que seu pai acha, e se você não sabe, seu pai é amigo do meu pai, então, ele sabe quem eu sou... – Ele falou, e na hora me senti uma desinformada.
Realmente eu não sabia disso, não sabia mesmo.

- NÃO ACREDITO QUE VOCÊ FALOU ISSO PRO MEU PAI! – Eu gritei o empurrando, já querendo dar um monte tapas nele, mas estava fraca pra fazer isso. – Eu vou te... ATCHIM! – Droga! De novo a gripe interrompeu minha fala ¬¬

Ele riu e segurou meus braços, ficando perigosamente próximo de mim. Sim perigosamente porque eu estou a ponto de matá-lo.

- Eu nem precisei falar Megzinha, foi o que ele achou... – Ele disse indiferente.

Eu bufei, me soltando dele e saindo correndo do quarto, começando a andar pelos corredores.

Mas logo pude escutar passos atrás de mim, percebi que Justin estava me seguindo.

- Heiii... Meg volta pro quarto, você está doente! – Escutei a voz dele falando, mas sequer me virei, apenas desci a escada e passei pela sala, indo pra cozinha e o desgraçado ainda continuou me seguindo. – Onde você pensa que está indo garota? – ele falou e eu parei próximo a mesa, me virando e o olhando com raiva.
- Fica bem longe de mim! – Eu mandei, Justin riu e tentou se aproximar, mas eu dei a volta pela mesa, me segurando nela, fugindo dele.

- Para de idiotice, ta parecendo uma criança de dez anos... – Ele falou, num tom irônico. – Muitas garotas queriam estar em seu lugar agora, sabia?

- Então vai visitar elas e me deixa em paz, e quer saber de uma coisa? – Eu falei, e ele me olhou meio confuso.

- O que? – Ele perguntou.




Quanto mais COMENTÁAAAAAAAAARIOS, mais post. VAMOS LÁ  HAHA, O QUE SERÁ QUE ELA VAI PERGUNTAR PARA ELE? *-*

3 comentários:

  1. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH ALINE ! PRECISO DE MAAAAAAAAAAAAAAAIS ! AGORA NA MELHOR PARTE TU PARA ! COMO ASSIM U.U kkkkkk' continueee ô/

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  2. PQ PQ NA MELHOR PARTE
    CONTINUAAAAAAAAAAAAAA
    antes que eu tenha um treco

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  3. OMG, continuaaaa *--*
    Brunna Cordeiro aqui.

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